O Ibovespa segue apresentando um comportamento volátil, refletindo a dinâmica do mercado e influenciado por importantes níveis técnicos. Após renovar sua máxima histórica em agosto de 2024, atingindo 137.469 pontos, o índice iniciou um movimento de baixa que o levou à mínima deste ano em 118.222 pontos.
A partir desse suporte, observou-se um aumento no fluxo comprador, impulsionando uma reação positiva. Em fevereiro, o Ibovespa acumula alta de 1,82%, operando atualmente na região dos 125.034 pontos, enquanto, no acumulado de 2025, registra um avanço de 3,95%.
Análise técnica do Ibovespa
A análise do gráfico diário revela um movimento de recuperação após a mínima do ano em 118.222 pontos. No entanto, esse avanço ainda pode ser considerado uma correção dentro da tendência de baixa maior. O Ibovespa precisa superar barreiras importantes para confirmar um movimento de alta mais consistente.
O primeiro desafio está na média de 21 periódos, atualmente em 125.725 pontos, seguida pela média de 200 periódos, que se encontra em 127.280 pontos. Se conseguir superar esses níveis, o índice encontrará resistências adicionais em 128.230/129.535 pontos. O rompimento dessas faixas pode impulsionar o ativo para patamares superiores, como 131.700/134.390 pontos, com um alvo mais ambicioso na máxima histórica de 137.469 pontos.
Por outro lado, se o Ibovespa perder o suporte da última sessão, em 122.529 pontos, o movimento de queda pode ser retomado, com alvos em 121.000 pontos e novamente na mínima do ano em 118.222 pontos. A perda dessa região pode levar a um movimento mais agressivo de baixa, com possíveis suportes em 115.340/112.160 pontos, podendo se estender até 110.000/107.320 pontos.
Análise de médio prazo
No gráfico semanal, o Ibovespa tem oscilado dentro de uma faixa lateral nos últimos meses, indicando um período de indefinição. A máxima de 137.469 pontos marcou o início de uma correção expressiva, levando o índice à mínima de 118.222 pontos. Esse patamar se tornou um suporte importante, pois sua eventual perda pode intensificar as vendas, levando o preço a patamares mais baixos.
Se o índice perder a mínima da última semana, situada em 122.529 pontos, poderá buscar inicialmente 118.222 pontos, com suportes mais distantes em 112.160/107.320 pontos, e um alvo de longo prazo na faixa de 102.770/100.000 pontos.
Por outro lado, a recente alta registrada na última semana sugere um potencial movimento de recuperação. Para que essa tendência se confirme, o Ibovespa precisará superar a média de 21 periódos, localizada em 125.140 pontos. Caso consiga romper esse nível, as próximas resistências estão em 128.230/129.534 pontos. A superação dessa zona pode abrir espaço para um avanço até 134.390 pontos e, eventualmente, uma tentativa de retestar a máxima histórica de 137.469 pontos. Se romper esse topo, o próximo alvo estará na faixa de 140.000/144.890 pontos.
O índice de Força Relativa (IFR 14) se encontra em 48,80, indicando uma situação de equilíbrio entre compradores e vendedores.
Suportes e resistências do Ibovespa
Suportes:
- 122.529 pontos → Mínima da última sessão, primeiro suporte relevante.
- 121.000 pontos → Próximo nível de suporte no curto prazo.
- 118.222 pontos → Mínima do ano de 2025, nível chave para manter a tendência de recuperação.
- 115.340/112.160 pontos → Suportes intermediários em caso de continuidade da baixa.
- 110.000/107.320 pontos → Região mais crítica caso o fluxo vendedor se intensifique.
Resistências:
- 125.725 pontos → Média de 21 períodos, primeiro obstáculo para um movimento de alta.
- 127.280 pontos → Média de 200 períodos, nível decisivo para mudança de tendência.
- 128.230/129.535 pontos → Faixa de resistência importante que precisa ser rompida para alta se consolidar.
- 131.700/134.390 pontos → Região de resistência significativa, onde pode haver realização de lucros.
- 137.469 pontos → Máxima histórica de agosto de 2024, grande barreira psicológica.
- 140.000/144.890 pontos → Projeção de alvos caso o índice supere sua máxima histórica.
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